IBGE: Em outubro, Indústria cresceu em sete das 15 regiões analisadas
Segundo divulgado hoje pelo IBGE, o resultado positivo de outubro da Pesquisa Industrial Mensal (alta de 0,8% frente a setembro, na série ajustada sazonalmente) foi refletido em sete das 15 regiões analisadas pelo órgão. Na comparação interanual, isto é, com setembro de 2018, também sete destas 15 regiões corroboraram a alta interanual de 1,0% da indústria.

Nesta leitura, as altas mais acentuadas na passagem mensal foram registradas em Goiás (4,0%), Amazonas (2,3%), São Paulo (1,5%) e na Região Nordeste (1,2%). Já as retrações mais expressivas ocorreram no Espírito Santo (-8,1%), Pará (-1,3%) e Ceará (-1,1%). Abaixo, a taxa acumulada em 12 meses para cada UF ou região:

O avanço de 1,5% da indústria paulista em outubro ocorre após queda de 0,7% em setembro, na série com ajuste sazonal. Na comparação interanual foi registrada a terceira expansão consecutiva, de 5,0%. Dessa forma, o Estado de São Paulo registra uma melhora na variação acumulada nos últimos 12 meses pelo segundo mês seguido, passando de -1,1% em setembro para -0,4% em outubro, indicando alguma retomada do setor industrial paulista. Nessa base de comparação, destacam-se negativamente a fabricação de Outros equipamentos de transporte (-18,1%) e Metalurgia (-5,3%). Já entre os que subiram, Fabricação de máquinas e equipamentos é o que apresenta a maior variação, de 6,8%. Em 2019, a indústria paulista acumula alta de 0,4%.
IBGE: Estimativa de novembro indica alta de 6,3% da produção agrícola em 2019
O IBGE divulgou nesta manhã a estimativa de novembro para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2019. O número estimado, de 240,9 milhões de toneladas, representa um aumento de 6,4% frente à safra total de 2018 do país (226,5 milhões de toneladas) e estabilidade frente a estimativa anterior (240,8 milhões de toneladas), realizada em outubro.

Na abertura entre os principais grãos agrícolas do país (que correspondem a 92,9% da estimativa da produção e 87,0% da área a ser colhida), a produção de arroz e soja devem apresentar queda de 12,0% e 4,0% em relação à safra de 2018, respectivamente. Por outro lado, a produção de milho deve registrar crescimento de 23,2%.
Em relação à área a ser colhida em 2019, o número estimado nesta leitura ficou em 63,2 milhões de hectares, aumento de 2,2 milhões de hectares (+3,7%) frente a área colhida em 2018. Neste quesito, apenas o arroz apresenta resultado negativo (decréscimo de 9,5% na área a ser colhida), enquanto milho e soja devem subir 7,0% e 2,6%, respectivamente.
Na abertura por regiões, a estimativa apresentou o Centro-Oeste com produção de 111,3 milhões de toneladas (ou 46,2% da produção total); o Sul com 77,3 milhões de toneladas (32,1%); o Sudeste com 23,4 milhões de toneladas (9,7%); o Nordeste com 19,1 milhões de toneladas (7,9%); e o Norte com 9,8 milhões de toneladas (4,1%). Abaixo, a participação de cada estado na produção agrícola total do país.
Ibre/FGV: Indicador antecedente de emprego volta a avançar em novembro
O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), divulgado pelo Ibre/FGV e que antecipa os rumos do nível de emprego nos próximos meses, voltou a apresentar alta em novembro, de 85,8 para 88,4 pontos, na série ajustada sazonalmente. Com a melhora na passagem mensal, o indicador volta a se situar acima de sua média histórica (86,9). Já sua média trimestral móvel subiu de 86,6 para 87,1 pontos.
Em novembro, seis dos sete indicadores contribuíram positivamente para o resultado do IAEmp, com destaque para a Tendência dos Negócios da Indústria, que subiu 6,4 pontos na margem.

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), que registra a percepção das famílias brasileiras sobre o mercado de trabalho, foi no sentido oposto ao IAEmp e subiu de 93,0 para 96,1 pontos, o maior valor desde dezembro de 2018. Vale lembrar que, quanto mais alto o patamar do ICD, pior é a percepção das famílias sobre o mercado de trabalho. Assim, o indicador encontra-se em mais de dez pontos acima de sua média histórica (84,3). Com o resultado, a média móvel trimestral do ICD avança de 93,1 para 94,0 pontos.
O aumento do ICD em novembro foi influenciado por duas das quatro classes de renda familiar: ambas intermediárias, com renda mensal entre R$ 2.100.00 e R$ 4.800.00 e entre R$ 4.800.00 e R$ 9.600.00, cujo Indicadores de Emprego (invertidos) variaram 7,4 e 6,0 pontos, respectivamente.

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