FIESP: Rumos da Indústria Paulista: Mercado de Trabalho indica que 77% das indústrias de São Paulo que buscaram contratar funcionários consideram que o processo foi difícil
A pesquisa Rumos da Indústria Paulista, com o tema Mercado de Trabalho, divulgada pela FIESP, avaliou que 87,3% das indústrias de São Paulo buscaram contratar funcionários entre 2024 e março de 2025. Desse contingente, quase 8 em cada 10 conseguiram realizar a contratação. Para 77,0%, o processo foi difícil ou muito difícil. A falta de qualificação dos candidatos (64,5%), a falta de interesse (55,0%) e a falta de experiência dos candidatos (44,2%) são os principais entraves para essa situação. Mesmo com a dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, 8/10 das empresas manufatureiras do estado têm política de contratar pessoas sem experiência com o intuito de formação de mão de obra. Por nota média de classificação, os principais entraves para a contratação de pessoal são: concorrência salarial alta (5,4 pontos), outros setores oferecem maiores ou melhores benefícios (5,4 pontos) e a assistência governamental (4,8 pontos). Pouco mais de 65,0% das indústrias têm políticas de contratação de aprendizes e/ou estagiários. Por fim, quase 70% do setor industrial do estado utiliza o SENAI como parceria para contratação de mão de obra e apenas 21,1% as universidades da região de atuação. Confira os resultados completos aqui.
FIESP: salários reais médios da indústria paulista retraíram 0,7% em abril
Segundo a pesquisa Levantamento de Conjuntura, elaborada pela FIESP, três dos quatro indicadores acompanhados apresentaram movimento negativo no mês de abril. Os salários reais médios se destacaram por apresentar a variação mais negativa, de -0,7% na comparação com março. As horas trabalhadas na produção reduziram 0,3% na leitura atual, enquanto o NUCI caiu 0,2 p.p., ao passar de 78,3% em março para 78,1% no mês de abril. Na passagem mensal, apenas as vendas reais apresentaram alta, com variação de +0,2% sobre março. Todos os dados contam com ajuste sazonal. Confira a nota completa aqui.
IBGE: PNAD Contínua registra taxa de desemprego de 6,6% em abril
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo IBGE, referente ao trimestre móvel finalizado em abril, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,6%. Esse resultado corresponde a um contingente de aproximadamente 7,3 milhões de desempregados. A pesquisa registrou aumento de 1,4% na quantidade de pessoas na força de trabalho na comparação entre o trimestre encerrado em abril de 2025 e o mesmo período de 2024. Entre as pessoas ocupadas, houve alta de 2,4% na mesma base de comparação. Já a massa de rendimento cresceu 5,9% no trimestre móvel encerrado em abril de 2025 na comparação com o mesmo período do ano anterior.

CAGED: Brasil registra saldo positivo de 257.528 vagas de emprego em abril
O Brasil registrou saldo positivo de 257.528 vagas de emprego formal no mês de abril, segundo dados do CAGED. A Indústria Geral apresentou resultado positivo de 35.068 vagas de emprego no mês. A Indústria de Transformação, por sua vez, registrou criação de 31.199 vagas entre contratações e demissões, com destaque positivo para os seguintes setores: Alimentos (+5.278), Petróleo e Biocombustíveis (+4.401) e Produtos de Metal (+1.801).

CAGED: São Paulo registra saldo positivo de 72.283 vagas de emprego em abril
O estado de São Paulo apresentou saldo líquido positivo de 72.283 vagas no mês de abril. Nesse mês, a Indústria Geral paulista registrou resultado positivo de 9.381 vagas de trabalho formal e a Indústria de Transformação paulista foi responsável pela criação de 9.037 vagas entre contratações e demissões, com destaque positivo para os seguintes setores: Alimentos (+3.859), Petróleo e Biocombustíveis (+1.752) e Borracha e Plástico (+990).

Ibre/FGV: IGP-M recua 0,49% em maio
O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) caiu 0,49% em maio, abaixo da expectativa do mercado (-0,35%). No mês anterior, o índice havia registrado aumento de 0,24%. A evolução recente do índice pode ser verificada no gráfico abaixo:

Considerando apenas os meses de maio desde 2004, a variação média do índice para o mês é de alta de 0,51%, portanto, o resultado atual veio abaixo da média.

Quando analisados os componentes do IGP-M, o IPA-M (Índice de Preços ao Produtor Amplo) registrou deflação de 0,82% em maio, após avanço de 0,13% em abril. O IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor), por sua vez, avançou 0,37% no período, depois de aumentar 0,46% no mês anterior. Por fim, o INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,26% na leitura atual, após aumentar 0,59% em abril.

No acumulado em 12 meses, o IGP-M apresenta aumento de 7,02%. O componente com a maior alta nessa métrica é o IPA-M, com avanço de 7,68%, seguido pelo INCC-M, com alta de 7,17%, e pelo IPC-M, com aumento de 4,57%.

Ibre/FGV: Índice de Confiança do Comércio aumenta 1,2 ponto em maio
O Índice de Confiança do Comércio (Ibre/FGV) registrou 88,7 pontos em maio, alta de 1,2 ponto em relação ao mês anterior (87,5 pontos em abril), dados com ajuste sazonal. A evolução recente do índice pode ser verificada no gráfico abaixo:

O aumento no Índice de Confiança em maio foi puxado pelo componente de Situação Atual, que avançou 5,2 pontos, fechando o mês em 93,4 pontos, ante o resultado de 88,2 pontos registrado em abril. O componente de Expectativas, por sua vez, teve queda de 3,0 pontos na passagem mensal, encerrando aos 84,5 pontos. Em abril, o componente havia marcado 87,5 pontos.

Ibre/FGV: Índice de Confiança de Serviços aumenta 1,5 ponto em maio
O Índice de Confiança de Serviços (Ibre/FGV) subiu 1,5 ponto na passagem mensal para maio, encerrando o mês em 91,9 pontos, na série sem influência sazonal. Em abril, o indicador havia registrado 90,4 pontos. A evolução recente do índice pode ser verificada no gráfico abaixo:

O aumento no Índice de Confiança em maio foi puxado, sobretudo, pelo componente de Expectativas, que aumentou 2,6 pontos, fechando o mês em 89,8 pontos, ante o resultado de 87,2 pontos registrado em abril. O componente de Situação Atual, por sua vez, subiu 0,4 ponto na passagem mensal, encerrando aos 94,2 pontos. Em abril, o componente havia marcado 93,8 pontos.

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