Informativo eletrônico - Edição 2049 |
Quinta-Feira, 17 de novembro de 2016 |
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Prezado leitor,
Você está recebendo o Macro Visão. Veja os destaques desta edição:
Economia Brasileira
- Banco Central: Atividade econômica volta a recuar no terceiro trimestre
- FGV: Apesar de melhora do Brasil, Indicador de Clima Econômico da América Latina permanece abaixo da média mundial
Economia Internacional
- EUA: Produção industrial permanece estável em outubro
- Zona do Euro: Inflação acelera em outubro
Dados da Economia Brasileira

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Banco Central: Atividade econômica volta a recuar no terceiro trimestre
Nesta manhã (17/11) o Banco Central divulgou seu Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), indicador equivalente a uma proxy mensal do PIB. A publicação aponta elevação em 0,15% da atividade econômica brasileira no mês de setembro, ante queda de 1,01% no mês anterior, descontadas as influências sazonais. Tal resultado vai de encontro ao projetado tanto pelo Depecon/FIESP (0,11%), quanto pelo mercado (0,1%).

No acumulado dos últimos 12 meses o índice apresentou queda de 5,23%, enquanto que no ano de 2016 a retração chega a 4,83%.
A variação mensal reflete o resultado positivo da produção industrial (0,5%, Macro Visão 2040), tendo em vista que tanto as vendas no varejo (-0,1%, Macro Visão 2046), quanto o volume de serviços (-0,3%, Macro Visão 2048) recuaram no período.
Por fim, no terceiro trimestre, a atividade econômica brasileira recuou 0,78%, frente aos três meses imediatamente anteriores, na série livre de influências sazonais, chegando a sétima queda trimestral seguida. O resultado, que denota aceleração da queda no período, pode ser explicado pelas quedas da produção industrial (-1,1%), das vendas no varejo (-2,7%) e de serviços (-0,5%).

FGV: Apesar de melhora do Brasil, Indicador de Clima Econômico da América Latina permanece abaixo da média mundial
A Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com o Instituto Alemão (IFO), divulgou ontem (16/11) o resultado do Indicador de Clima Econômico da América Latina (ICE). De acordo com a publicação, o indicador da região recuou de 79 para 74 pontos entre os meses de julho e outubro, interrompendo uma trajetória de alta que havia iniciado em janeiro deste ano. O resultado reflete uma queda de 10 pontos do Indicador da Situação Atual (ISA) e de uma estabilidade do Índice de Expectativas (IE).
Com relação ao Brasil, o clima econômico registrou melhora pela quarta leitura consecutiva em função principalmente da alta no indicador das expectativas.

Por fim, vale pontuar que tanto o índice da América Latina como do Brasil estão abaixo da média mundial, visto que o ICE Mundial avançou 5,0 pontos e atingiu o patamar de 100 pontos. No mesmo período, o IE mundial variou de 98 para 108 pontos e o ISA ficou estável em 92.

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EUA: Produção industrial permanece estável em outubro
Ontem (16/11), o FED (Federal Reserve) divulgou os resultados do Indicador de Produção Industrial dos Estados Unidos. Segundo a leitura, a atividade ficou estável em outubro, após apresentar recuo nos últimos dois meses. Na comparação com o mesmo período de 2015, a produção industrial registrou retração de 0,9%.

Na passagem mensal, enquanto o setor de utilidade (similar ao nosso SIUP) apresentou nova retração (-2,6%), o setor de mineração (2,1%) e a indústria de transformação (0,2%) registraram variações positivas.
No que tange a Utilização da Capacidade Instalada o relatório aponta queda de 0,1 p.p. entre setembro e outubro, totalizando 75,3%.
 Zona do Euro: Inflação acelera em outubro
O Departamento de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) divulgou na manhã de hoje (17/11) o resultado final do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) da Zona do Euro referente ao mês de outubro. A inflação da região registrou alta de 0,5% no acumulado de doze meses findos em outubro, ante 0,4% em setembro. No mesmo período de 2015, a variação apresentada foi de 0,1%.

Quando excluídos os itens altamente voláteis, como energia e alimentos, o núcleo da inflação da região desacelerou de 0,8% em setembro para 0,7% no mês em questão.
Na abertura por países, entre as quatro maiores economias da Zona do Euro (Big-four), destaque para a aceleração verificada na Alemanha (de 0,5% para 0,7%) e Itália (-0,1% para 0,1%), ao passo que a taxa na França ficou inalterada (em 0,5%) e estável na Espanha (de -0,3% para 0,0%).
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